Aumentou o perigo e a responsabilidade: Dengue e Chikungunya

mosquitoÉ uma doença bastante semelhante a dengue, transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus. Os sintomas são: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço, e etc.

O nome chikungunya, vem do idioma africano makonde, significa “aqueles que se dobram”, em referência à postura que os pacientes adotam, diante das penosas dores articulares que a doença causa.

A diferença da febre Chikungunya e Dengue está na letalidade e na morbidade. (DENGUE MATA!). Chikungunya não; dificilmente alguém vai morrer com essa doença, a não ser por complicações ou associações com outras enfermidades.

Porém, é altamente incapacitante, podendo deixar as pessoas incapacitadas e, com fortes dores nas articulações até por até 02 anos. Podendo atingir até 70% da população, após o aparecimento dos primeiros casos do vírus. O maior grupo de risco são as crianças e idosos.

Evitar um surto é um grande desafio para as autoridades de saúde. Para que isso não aconteça, é preciso formar uma grande rede de defesa e proteção da população. Certamente, será muito ruim viver uma epidemia de Chikungunya.

Por isso é preciso um maior comprometimento da Comunidade, igrejas, e dos Órgãos governamentais, e não governamentais, mídia escrita e falada, no sentido organização no combate aos criadouros, dentro e fora dos muros.

Cada gestor deve buscar desenvolver sua capacidade de articulação, para vencer esse desafio em tempo hábil.

A maior dificuldade no combate ao Aedes está dentro dos quintais, órgãos públicos, e terrenos baldios, onde são encontrados os maiores focos de larvas de mosquitos.

É preciso haver uma conscientização forte, em todos os aspectos. O sucesso, ou insucesso vai depender muito das ações executadas, junto a todos.

A maneira mais eficaz de combater estas doenças sempre foi, e será, não deixar o mosquito nascer. Ou então, a vítima pode qualquer um de nós.

Fonte: Gazeta Central

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