CHIKUNGUNYA: criança vilhenense é suspeita de ter contraído vírus após viagem a Venezuela

mosquitoA avó e a mãe da menina, de apenas nove anos de idade, confirmou o caso em visita à redação do Extra de Rondônia nesta quinta-feira, 20.
Segundo a mãe da garotinha, a criança começou a ter febre muito alta na Venezuela, durante uma viagem, que fez com os pais, realizada há aproximadamente 10 dias.

Ao site, a mãe afirmou que sua filha passou muito mal e não conseguiu medicação no país vizinho, sendo necessária a volta antecipada da família ao Brasil.

A família conseguiu atendimento três dias depois que a menina começou a apresentar febre alta, no município de Pacaraimas (RR). Depois de medicada, a criança fora transferida para o hospital infantil da capital de Roraima, Boa Vista.

Apesar de a equipe médica não constatar que a criança está com o mal de Chikungunya, seu caso é considerado suspeito, pois passou por uma região com grandes índices desse tipo de caso. Amostras de sangue da criança foram enviadas ao Pará, para o centro de doenças tropicais, para análise e resultado.

Uma equipe do setor de endemias do município de Vilhena está acompanhando o caso. A menina já passa bem, mas ainda está sob cuidados médicos. Sua mãe disse que buscou a imprensa para fazer um alerta à população sobre a doença.

Como existe a possibilidade do mosquito Aedes Aegypty (transmissor da Dengue) também passar a Chikungunya para seres humanos, a mãe da criança faz uma apelo à comunidade e pede que as pessoas tenham cuidado com a proliferação do mosquito, pois pode haver mais casos registrados na cidade.

“Não gostaria que essa doença se tornasse comum no Brasil, e é de suma importância que cuidamos dos nossos quintais para que o mosquito não se prolifere”, disse a mãe da menina.

O resultado de seus exames será entregue à família em aproximadamente 20 dias. Os nomes destes personagens não serão veiculados por uma série de fatores, dentre eles, a preocupação deste meio de comunicação em não fazer alarde sobre o caso, bem como evitar constrangimentos à família e a própria criança.

Fonte: Extra de Rondônia

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