Com subida do Rio Acre, primeiros 100 abrigos são construídos na capital

abrigoApós o Rio Acre chegar aos 12,05 metros no domingo (18), os 100 primeiros boxes para abrigar as famílias que, porventura, sejam atingidas pela cheia começaram a ser construídos no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, na capital. Nesta segunda-feira (19), o nível das águas está em 12 metros, de acordo com medição das 12h realizada pela Defesa Civil Municipal.

Segundo o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, a construção dos boxes começou a ser feita em cumprimento ao plano de contingência, que estabelece os procedimentos a serem tomados em situação de enchente. Os espaços destinados aos atendimentos em saúde, assistência social e Defesa Civil também começaram a ser preparados.

“Quando o rio atinge 12m, que foi o caso deste domingo, nós disparamos as primeiras medidas, como montar as primeiras unidades no Parque de Exposições, fazer a preparação da área de saúde, assistência social e Defesa Civil e fazer o alerta nas áreas e bairros que são os primeiros atingidos, como a Baixada do Habitasa, Ayrton Senna, Cidade Nova e outros bairros”, explica.

Marcus Alexandre diz ainda que a construção dos primeiros espaços no abrigo é uma forma da prefeitura não ser pega de surpresa, casa uma possível enchente ocorra. “As medidas foram tomadas, mas não significa que o rio vai continuar subindo. Ele está um metro e meio abaixo da cota de alerta [que é de 13,50 metros] e o município e Estado já iniciaram as primeiras providências”, acrescenta.

O prefeito explica também que o monitoramento é feito tanto no nível das águas na capital, quanto no interior do estado. Além disso, um acompanhamento é feito diariamente nos bairros de Rio Branco, tanto nas áreas de risco hidrológico e geológico.

“Temos o monitoramento das cotas do Rio Acre, desde Assis Brasil, Brasiléia, Xapuri, Riozinho do Rôla até Rio Branco, em parceria com a Agência Nacional das Águas, para que saibamos, minimamente, de maneira antecipada, se vai haver cheia ou não. Outro monitoramente é nos bairros, áreas de risco de cheia e de erosão”, finaliza.

Fonte: G1

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