Presidente do SITRACOM visita Ministro do Trabalho em Brasília e pede mais fiscalização em RO

02 (1)O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Bens e Serviços de Rondônia (SITRACOM-RO), Francisco de Lima, reuniu-se no último dia 19 com o Ministro do Trabalho, Manoel Dias, e na oportunidade solicitou um aumento da fiscalização no Interior de Rondônia. O dirigente estava acompanhado do presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.

Nesse encontro com o Ministro, o presidente do SITRACOM-RO e também da UGT-RO, afirmou que há uma grande quantidade de empresas que estão a descumprir a legislação trabalhista, principalmente no tocante ao registro de seus empregados, além de expor seus funcionários a uma excessiva jornada de trabalho.

Diante das colocações dos dirigentes do SITRACOM-RO e UGT, o Ministro afirmou que é interesse do Ministério do Trabalho dar uma maior atenção ao caso, embora tenha reconhecido que em razão do pouco número de auditores essa fiscalização ainda esteja insuficiente.

O Ministério do Trabalho, no entanto, está convocando novos fiscais do trabalho aprovados no último concurso e se comprometeu a efetuar uma melhor fiscalização em todo o país, especialmente em municípios do interior de Rondônia onde há uma cultura de desrespeito à legislação trabalhista por parte de alguns empresários.

O Presidente do Sitracom enfocou que a grande distância da Capital para os municípios do interior tem trazido dificuldade para o pronto atendimento aos interesses dos trabalhadores. “Além da falta de auditores, às vezes o Ministério do Trabalho tem até dificuldades em liberar diárias e combustíveis para que os fiscais possam se deslocar às cidades do interior e fazer o seu trabalho”, disse.

A UGT nacional, sob o comando de Ricardo Patah, é uma entidade que luta em favor dos sindicatos filiados, a quem dá o seu apoio. Como faz questão de reafirmar sempre em suas palestras, Ricardo Patah diz que é muito importante esse aglutinamento de forças e convidou aos sindicatos que ainda não fazem parte da UGT para que procurem uma integração maior com a Central e com isso possam ter mais força em sua missão de defender os interesses da classe trabalhadora que representam.

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