Distrito de Extrema se destaca como produtor de rambutã

fruta-exotiO distrito de Extrema, localizado na Ponta do Abunã, distante cerca de 300 km de Porto Velho, na BR 364 sentido Rio Branco-Acre, está se tornando um dos mais promissores produtores de alimentos de Rondônia. Suas terras e localização privilegiada, está tornando a região cada vez mais procurada por pecuaristas, produtores de grãos , castanha e óleos vegetais, como o sorgo,copaíba ,andiroba, látex e outros. Possui um dos maiores rebanhos bovinos do Estado e a carne é uma das melhores do Brasil.

É um distrito que já deveria ser município, pois já foi realizado um referendum e teve apoio irrestrito dos seus moradores e economicamente está em melhores condições de que alguns Municípios recentemente emancipados.

Recentemente alguns pequenos produtores rurais começaram a colher de suas propriedades, uma fruta exótica, procedente do sudeste asiático e por lá conhecida como a ‘’Delícia do Pacífico’’. Trata-se do Rambutã ou Rambutão. Para nós da região Norte, a primeira vista, ela se parece com o nosso conhecido Urucu. Possui uma casca firme e coberta de grossos filamentos em tons avermelhados e sua polpa é levemente adocicada e muito saborosa e pode ser utilizada em doces, conservas e sucos. Pode ser congelada até por um mês sem perder suas características ou propriedades nutritivas.

O rambutã é uma fruta riquíssima em vitamina C, carboidratos, proteínas, cálcio, fósforo, potássio, ferro e niacina, sua folha serve para aliviar dores de cabeça, e enxaquecas, em forma de chá.

Na região de Extrema, a produção e colheita das frutas, começam em novembro e se prolonga até o mês de março e atualmente a produção estimada em 15 toneladas e sua comercialização é feita em Rio Branco no Acre e Porto Velho, ao preço de 12,00 o kg.

Diversos pequenos produtores rurais estão apostando no plantio do Rambutã, pois a procura pela fruta é muito grande. Existem pedidos de vários Estados brasileiros e cidades do interior de Rondônia.

Informações colhidas na Emater, indicam que, em Países no sudeste asiático, o Rabutã começa a produzir com cerca de 9 a 10 anos após o plantio. Em Extrema, as colheitas estão sendo feitas com apenas 3 anos de plantio e são mais vistosas e saborosas das que são produzidas nos Países de origem; na Malásia, Vietnã, Indonésia e Índia.

Fonte: Assessoria

Deixe o seu comentário