Doenças afastam 20% dos professores

doenças-A secretária de Educação do Estado, Fátima Gavioli, realizou uma reunião com diretores das escolas estaduais da área coberta pela Coordenadoria Regional de Ensino (CRE), dos municípios de Urupá, Alvorada, Teixeiroolis e Presidente Médici.

A reunião aconteceu na última semana no auditório da Coordenadoria, em Ji-Paraná para a secretária, que conhecer as demandas das escolas no Estado.

Quando questionada sobre a falta de professores, a secretária alertou para o fato de que 20% do quadro estadual estão de licença médica, e que isso tem provocado a defasagem, e disse ainda que para solucionar o problema, a secretaria atuará com uma equipe própria de médicos para avaliar pedidos de licença e reavaliar pedidos já concedidos. “A maior parte desses profissionais afastados, são por problemas de saúde de ordem psicológica.

Nós respeitamos os doentes, com certeza, mas precisamos rever alguns casos, e essa junta médica que a secretária formou irá nos auxiliar, porque precisamos que não haja mais paralisação em salas de aula por causa da falta de professores”, ponderou a secretária.

Outra situação sobre a qual a secretária teve de responder foi sobre o problema da superlotação em salas de aula. A secretária disse que não existe limite específico determinado pelo Ministério da Educação, e que a falta de qualidade no ensino não tem base sólida na quantidade grande ou pequena de alunos em uma sala de aula, e citou o exemplo de uma das escolas estudais em Porto Velho.

“A escola João Bento, na capital, tem classes com 70, 80 alunos e é considerada a melhor de Rondônia. Lá eles até utilizam auditórios por causa da quantidade. E olhando por esse lado, não sei se a suposta superlotação é um problema que afeta a qualidade do ensino”, disse a Secretária.

De acordo com secretária, a reunião com diretores que estão subordinados a outras coordenadorias, serão realizadas numa sequência já programada, e depois será a vez das escolas em municípios onde não tem uma Coordenadoria Regional instalada. “Estamos conhecendo as dificuldades das escolas para montarmos um plano de ação”, finalizou a secretária.

Fonte: Diário da Amazônia

COMPARTILHAR

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA