Estudantes e professores da Unir combatem mosquito Aedes aegypti

DengueAlunos e professores do curso de ciências biológicas da Universidade Federal de Rondônia (Unir) promoveram durante a manhã desta terça-feira (23), no campus de Porto Velho, o trote solidário que visava mapear o local e coletar larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela, chikungunya, dengue e o Zika. Antes da coleta, os estudantes receberam um treinamento sobre o mosquito palestrado pelo entomologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Luiz Herman.

De acordo com a coordenadora do curso de Biologia, Eliete Mesquita, o decreto sancionado pela presidente Dilma Rousseff, que determinada o combate ao mosquito, foi o direcionamento para o trote solidário. “Foi feita uma parceria com o Ministério da Educação (Mec) e os institutos federais para a criação de um comitê que combatesse o mosquito Aedes aegypti”, explicou Eliete, ressaltando que o nome do projeto é ‘Comitê de Articulação e Monitoramento das Ações de Mobilização para Prevenção e Eliminação dos Focos do Mosquito Aedes aegypti em Porto Velho’.

Durante a palestra, Luiz Herman focou sobre a importância de se saber identificar os mosquitos e para eliminar o criadouro.”O treinamento aborda como o mosquito se adapta e se reproduz. Ainda quer saber sobre a sua ecologia, já que ele está inseminado no Brasil e se adaptando conforme o local. Além disso, visa conhecer em qual local ele pode colocar ovos”, explicou Herman.

A estudante do primeiro período de Biologia Larissa Pereira gostou da ideia de participar de um trote onde, além de aprender, vai exercitar a prática. “Logo de cara vamos aprender sobre o mosquito e saber quais os criadouros que o campus possui. Além disso, depois eu poderei repassar aos meus familiares tudo o que aprendi sobre o Aedes aegypti”.

Já para a veterana do curso Luana Lacerda, esse trote é uma maneira de socializar o calouro com o campus no qual ele irá estudar. “Aqui não estamos fazendo uma brincadeira banal, mas sim uma interação sobre o combate ao Aedes”, informou Luana.

Conforme a coordenadoria do comitê, o projeto de combate ao mosquito durará em média quatro anos, mas pode se estender conforme a necessidade e será estendido aos demais campus do estado de Rondônia.

Fonte: G1

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