Maurão de Carvalho e Laerte Gomes se reúnem com pastores em Ji-Paraná

reuniaoDurante reunião na tarde de quarta-feira (23), com pastores evangélicos de diferentes denominações, na Igreja Missionária Unida, em Ji-Paraná, o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (MDB) e o deputado Laerte Gomes (PSDB), discutiram a proposta de criação do Conselho Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos para a população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais E Transgêneros (LGBTTT).

As lideranças cristãs se posicionaram contrárias à criação do Conselho, através do Projeto de Lei 845/17, aprovado em uma sessão confusa da Assembleia e que expirou o prazo para manifestação do governador Daniel Pereira (PSB), retornando a Casa para promulgação, único mecanismo legal possível.

“O governador poderia vetar ou sancionar, mas preferiu não se manifestar, em razão da polêmica que se criou com a aprovação da matéria, e respeitamos a sua posição. Agora, cabe à Assembleia promulgar a lei, mas não vamos parar por aí, vamos sim tentar a sustação desta lei, com a aprovação de um decreto legislativo”, explicou Maurão.

Laerte Gomes ressaltou que a Assembleia hoje reuniria votos suficientes para a aprovação de um decreto legislativo, que sustasse os efeitos da lei que cria o conselho.

“É um caminho legal, com amplo apoio da Casa e que iremos estudar a sua aplicação, levando em conta a ampla maioria da nossa sociedade, que é cristã e se posiciona em defesa do modelo tradicional de família, sem significar, com isso, a rejeição ou discriminação de nenhum grupo”, acrescentou.

Os pastores manifestaram suas posições favoráveis à família tradicional, conforme os preceitos cristãos, na ótica deles. O pastor Kenedy, da Igreja Missionária, declarou que a criação do conselho é vista com preocupação, por abrir, segundo ele, espaços para outras ações que impliquem na diminuição da importância da família.

“A família é um projeto de Deus e a nossa posição é em defesa da família tradicional, conforme os preceitos cristãos. Não se trata de retirar direitos de ninguém, mas de se resguardar a sagrada família”, explicou.

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reuniao3Fonte: ALE

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