Novos shoppings impulsionam economia e mercado em Roraima

shoppingOs dois primeiros shoppings da capital boa-vistense, Roraima Garden Shopping e Pátio Roraima Shopping, devem criar juntos 14 mil empregos diretos e indiretos e aquecer a economia de todo o estado a partir desta terça-feira (25). Ao todo, os empreendimentos custaram mais de R$ 455 milhões e deverão movimentar mais de R$ 6 milhões por mês.

Previsto para ser inaugurado nesta segunda (24) e aberto ao público na terça, o Pátio Roraima Shopping, na zona Oeste de Boa Vista, funcionará com 180 lojas e deve receber mensalmente cerca de 250 mil pessoas, segundo a assessoria da empresa. O empreendimento tem dois pisos distribuídos em uma área total de 38,5 mil m² e um estacionamento com vagas para até 1.300 veículos.

Localizado na zona Leste da capital, o Roraima Garden Shopping será inaugurado na quinta-feira (27) e entrará em funcionamento a partir da sexta (28). Ao todo, o shopping, de apenas um piso, possui 168 lojas nos 40 mil m² de área construída e um estacionamento para 1.750 veículos. Na construção do empreendimento, foram gastos cerca de R$ 300 milhões, sendo R$ 82 milhões do Banco da Amazônia. A expectativa é que 540 mil pessoas transitem pelo shopping a cada mês.

Impacto econômico

De acordo com o economista e professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Yuri Cesar Silva, a inauguração dos empreendimentos deverá impulsionar a economia local e fortalecer o setor de comércio e serviço, que já está em amplo crescimento em todo o país.

“A economia tende a crescer bastante e em diversos setores a partir do funcionamento dos dois shoppings no estado. Essa movimentação se dará porque as empresas irão promover um aumento exorbitante nos empregos diretos e indiretos, e é isso o que faz a economia girar”, pontuou.

Segundo ele, os shoppings poderão estimular a criação de indústrias e assim modificar a estrutura econômica de todo o estado. Entretanto, ele alerta: é necessário que empresários e políticos invistam tempo e recursos na produção de insumos que alimentem as empresas.

“A princípio, as empresas irão comprar produtos de fora do estado, mas depois disso poderá caber ao setor industrial de Roraima a venda desses insumos. Esse ciclo é uma ‘janela de oportunidades’, mas compete aos empresários e aos gestores do estado aproveitar essa demanda”, esclareceu Silva.

Fonte: G1

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