POLÍCIA CIVIL DEFLAGROU A SEGUNDA FASE DA OPERAÇÃO METÁSTASE

operacao metastaseNa manhã desta segunda-feira, 02.05, a Polícia Civil em Vilhena deflagrou a segunda fase da Operação Metástase, em prosseguimento à investigação de suposto esquema de corrupção na Prefeitura de Chupinguaia.

Esta etapa foi deflagrada para o cumprimento do mandado de prisão do Secretário Municipal de Turismo, Aparecido Alves dos Santos, bem como de Ilson Mendes de Siqueira, ex-servidor da Prefeitura, além do mandado de afastamento imediato do cargo do Procurador Geral do Município, Roberto Ângelo. Os mandados foram expedidos pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Vilhena.

Deram cumprimento aos mandados um delegado de polícia, cinco agentes da Polícia Civil e um oficial de justiça do Fórum de Vilhena.

Ilson Mendes de Siqueira foi preso. O Procurador-Geral do Município foi afastado do cargo. Já o Secretário Aparecido Alves dos Santos, segundo apurado, não comparece há dias na Secretaria ou em outros órgãos municipais e está em local incerto e não sabido. Seu mandado de prisão será inserido no sistema nacional, podendo ser capturado em qualquer lugar do país. Caso não se apresente nas próximas horas, sua imagem poderá ser divulgada para facilitar as buscas sobre seu paradeiro, vez que será considerado foragido.

Entenda o caso

Na busca e apreensão realizada pela Polícia Civil no último dia 20.04, na sede da Prefeitura Municipal de Chupinguaia, foram comprovadas fraudes em recursos do Fundo Municipal de Assistência Social, quando na época o secretário era Aparecido Alves de Siqueira.

Ao menos R$ 40.500,00 reais foram desviados, num dos esquemas de desvio de verba que consiste em pagamentos de aluguéis fraudulentos de um imóvel onde funciona o Conselho Tutelar do município.

\”Há outros indícios de desvio de dinheiro naquela Prefeitura e todos serão apurados\”, afirmou o Delegado Regional da Polícia Civil de Vilhena\”.

Riscos à instrução criminal, restou comprovado que os dois processos que comprovariam as irregularidades sumiram da Prefeitura, um deles da Secretaria Municipal de Assistência Social e outro da Procuradoria do Município.

Contudo, os investigadores conseguiram apreender documentos comprovando o pagamento feito pela prefeitura, a Ilson Mendes de Siqueira, e o parecer do Procurador-Geral do Município, dando como jurídico o reconhecimento de dívida e sua quitação a quem não tinha vínculo com o imóvel.

Além disso, segundo o apurado, após a busca e apreensão no dia 20.04, Aparecido Alves teria oferecido um cargo na Prefeitura Municipal para Ilson Mendes não relatar o esquema na Delegacia de Polícia Civil.

Fonte: ASCOM/PCRO

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