Presidente da ALE discute adequações na legislação ambiental

 

MauraoMaurão de Carvalho defende mudanças nas normas que disciplinam queima de resíduos sólidos

O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), coordenou reunião na manhã desta quarta-feira (8) para discutir a adequação da legislação ambiental do Estado em relação a resíduos sólidos. O secretário chefe da Casa Civil, Emerson Castro, disse que a iniciativa é importante para a preservação do meio ambiente.

O empresário Luis Soares Cavalcante Júnior, o Ceará Mancha, da empresa LV Soluções Ambientais, explicou a importância de tratar corretamente resíduos das áreas de saúde, hospitalares e químicos. A empresa dele foi visitada recentemente pelo deputado Maurão e pelo governador Confúcio Moura (PMDB).

“É importante desenvolver um trabalho sério, porque assim temos a certeza de que a população não será afetada pelos gases resultantes da queima de material”, enfatizou.

O engenheiro Mackson de Oliveira, do Mato Grosso, especialista em questões ambientais, disse existir a necessidade de fornos que atinjam temperatura acima de 850 graus centígrados para incinerar determinados materiais. Ele acrescentou que posteriormente é preciso realizar o tratamento de gases que se enquadrem entre os 27 grandes poluentes.

“O cuidado é necessário, porque não adianta simplesmente queimar e permitir que poluentes fiquem no ar. É sabido que a emissão de metais pesados, como o mercúrio, pode causar câncer”, avisou.

Emerson Castro disse que em Rondônia a situação não pode ser considerada preocupante, porque o Estado é do tamanho de São Paulo e emite menos poluentes do que a cidade de Piracicaba. “Mas é importante tratamos dessa questão o mais rápido possível”, afirmou.

O diretor de normatização e fiscalização da Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados do Estado de Rondônia (Agero), Pedro Vilar, explicou os procedimentos adotados para a construção de incineradores em hospitais públicos.

O deputado Maurão de Carvalho explicou que as adequações na legislação ambiental serão amplamente discutidas. “Depois que entrar em vigor será estabelecido um prazo para as empresas se adequarem. Não queremos prejudicar quem trabalha e gera empregos. O objetivo é preservar não só o meio ambiente, mas principalmente a saúde da população”, acrescentou.

Fonte: Assessoria

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