Reunião sobre o preço da arroba do boi não evoluiu

arroba boi precoSem a presença de representantes do frigorífico Friboi-JBS, a reunião de ontem na Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero), não evoluiu em relação ao preço da arroba do boi gordo praticado em Rondônia se comparado a São Paulo e Mato Grosso. Wagner José Augusto, diretor de compras do frigorífico Minerva matou a charada ao afirmar que para melhorar os preços, “o rebanho de Rondônia tem que ter qualidade”.

Explicou: que o mercado exige animais com a idade média de 24 meses, e que em Rondônia, os bovinos oferecidos aos frigoríficos estão girando em 36 meses de idade. O representante do Marfrig, José Pedro Crespo, alegou que nos últimos meses o consumo de carne no Brasil caiu 30%, que essa medida no mercado ajusta os preços prevalecendo à oferta e procura.

Hélio Dias, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária (Faperon) e Adélio Barofaldi, com um discurso mais diplomático do que nas reuniões anteriores, queriam saber porque o preço da arroba do boi é mais barata em Rondônia do que em São Paulo e Mato Grosso. Didaticamente o representante do Marfrig, explicou que São Paulo tem oito plantas frigoríficas exportando para China, o maior consumidor do planeta, Mato Grosso uma planta em Barra do Garças, Rondônia, não possui nenhuma.

Como o mercado é soberano, o que vale é a oferta e procura. Aos pecuaristas de Rondônia até que o quadro das exportações abra outros caminhos rumos ao exterior, a melhor saída é colocar em prática novas tecnologias no campo. Nesta reunião que não existiu muitos contras pontos os representantes dos grandes frigoríficos deixam isso bem claro.

Resta uma expectativa com relação à visita no dia 23 de maio dos técnicos da Comissão Técnica da União Europeia, que visitará fazendas para constatar se o Estado tem condições de exportar para aquele mercado.

Sem a presença de representantes do frigorífico Friboi-JBS, a reunião de ontem na Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero), não evoluiu em relação ao preço da arroba do boi gordo praticado em Rondônia se comparado a São Paulo e Mato Grosso. Wagner José Augusto, diretor de compras do frigorífico Minerva matou a charada ao afirmar que para melhorar os preços, “o rebanho de Rondônia tem que ter qualidade”.

Explicou: que o mercado exige animais com a idade média de 24 meses, e que em Rondônia, os bovinos oferecidos aos frigoríficos estão girando em 36 meses de idade. O representante do Marfrig, José Pedro Crespo, alegou que nos últimos meses o consumo de carne no Brasil caiu 30%, que essa medida no mercado ajusta os preços prevalecendo à oferta e procura.

Hélio Dias, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária (Faperon) e Adélio Barofaldi, com um discurso mais diplomático do que nas reuniões anteriores, queriam saber porque o preço da arroba do boi é mais barata em Rondônia do que em São Paulo e Mato Grosso. Didaticamente o representante do Marfrig, explicou que São Paulo tem oito plantas frigoríficas exportando para China, o maior consumidor do planeta, Mato Grosso uma planta em Barra do Garças, Rondônia, não possui nenhuma.

Como o mercado é soberano, o que vale é a oferta e procura. Aos pecuaristas de Rondônia até que o quadro das exportações abra outros caminhos rumos ao exterior, a melhor saída é colocar em prática novas tecnologias no campo. Nesta reunião que não existiu muitos contras pontos os representantes dos grandes frigoríficos deixam isso bem claro.

Resta uma expectativa com relação à visita no dia 23 de maio dos técnicos da Comissão Técnica da União Europeia, que visitará fazendas para constatar se o Estado tem condições de exportar para aquele mercado.

Fonte: Diário da Amazônia

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