Roraima sedia 1º Simpósio Regional de Combate a produtos falsificados

remedioOcorrerá nos dias 12 e 13 de novembro o 1º Simpósio de Combate à Pirataria de Produtos sujeitos à Vigilância Sanitária na Região Norte. O evento será a partir das 8h30, no auditório da Faculdade Cathedral, localizada na zona Leste de Boa Vista. A proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é fortalecer as ações de fiscalização e identificação de produtos falsificados no mercado, relacionados à saúde.

De acordo com o diretor do Departamento de Vigilância Sanitária, André Castro, devem participar do simpósio, profissionais que atuam em Vigilâncias Sanitárias, nas Polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil. Além de farmacêuticos, químicos, profissionais das Receitas Federal e Estadual, e acadêmicos do curso de Farmácia e de Química

“O objetivo é preparar o profissional para o enfrentamento à pirataria, uma vez que tais produtos oferecem risco à população, por não passarem por qualquer controle de qualidade”, disse Castro, acrescentando que o simpósio tem grande relevância para Roraima uma vez que o estado é localizado em uma fronteira, e que esta pode ser uma porta de entrada de produtos falsificados.

“Logo, uma integração entre os órgãos de fiscalização, profissionais que trabalham com produtos e a disseminação no meio acadêmico, vem fortalecer o enfrentamento desta questão [combate à pirataria]”, ressaltou o diretor.

Serão abordados vários temas sobre o assunto, entre eles: Medicamentos falsificados: a atuação da Anvisa e responsabilidade criminal; Anvisa e o comércio ilícito de produtos derivados do tabaco; Política Nacional de Combate à Falsificação de Medicamentos: Irregularidades e Requisitos Técnicos para Regularização de Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes, entre outros.

O 1º Simpósio de Combate à Pirataria de Produtos sujeitos à Vigilância Sanitária na Região Norte encerrará com uma mesa redonda sobre a pirataria de medicamentos no Brasil e com um treinamento prático para a Identificação de produtos falsificados.

Fonte: G1

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