Vilhena: Governo vai investir R$ 11 milhões em aeroporto Brigadeiro Camarão

aeroportoUma equipe técnica da empresa PACS Engenharia, na ocasião representando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) esteve no município de Vilhena ontem, para avaliar a atual estrutura do Aeroporto Brigadeiro Camarão, único do Cone Sul de Rondônia, e ao mesmo tempo ver de perto as condições para a projeção de uma reforma e ampliação das estruturas físicas do local. A obra pertence ao Governo Federal, e o investimento na ordem de R$ 11 milhões é oriundo do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac).

Parte deste montante, de acordo com o projeto, terá como objetivo principal a reforma e expansão da pista de pouso, que poderá, depois de todo o trabalho, receber aeronaves de maior porte. Os trabalhos direcionados à pista serão os primeiros a serem executados, para tanto a empresa que é responsável pela execução da obra está realizando trabalhos geotécnicos, e de pavimentos, além de sondagem de campo para poder iniciar efetivamente a reforma e ampliação.

A empresa está fazendo, inicialmente, um anteprojeto de toda a estrutura, bem como as projeções executivas de fundação, realização de sondagem, ensaios de campo, geotécnico e de pavimentos, para em seguida iniciar as atividades práticas.

O prefeito de Vilhena, Zé Rover (PP) esteve no aeroporto de Vilhena para acompanhar de perto o primeiro contato da equipe. Para o chefe do Executivo municipal, a cidade é a porta de entrada do Estado, e consequentemente a primeira impressão de Rondônia, por isso defende a melhorias diretas em infraestrutura.

Nos últimos anos o aeroporto de Vilhena tem recebido muitos recursos, e já teve bastante mudança, fatos que geraram pontos positivos para a gestão do prefeito. Em parceria com o Senador Acir Gurgacz (PDT) Rover conseguiu realizar reforma e ampliação da estrutura interna do aeroporto, e também implantação de equipamentos necessários para a aviação civil, como esteiras de bagagens, detector de metais, máquinas de raio X, melhoramento da sala de embarque, entre outros.

Fonte: Diário da Amazônia

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