segunda-feira, setembro 20, 2021

AMEAÇA VEM DO ALTO – Sem inspeção, prédios antigos e novos em Porto Velho ameaçam quem trabalha neles ou passe perto

No CPA, conjunto de prédios ainda novos, uma janela despencou do 8º andar em 2016 e atingiu a cabeça de um médico , que não morreu por providência divina

PORTO VELHO – O que seria uma passagem simples em frente a um prédio público, e recém inaugurado, o CPA, transformou-se numa armadilha que só por obra do destino não causou a morte de um médico que estava saindo daquele local, há cinco anos.

O CPA, mais de 10 anos em construção e pouco depois de inaugurado já desabavam as janelas

O fato, acontecido em 2016, pode acontecer a qualquer momento, e o que é pior: conforme técnicos ouvidos a respeito de manutenção de prédios públicos ou privados, porque não se cumpre norma constante de inspeção prévia e periódica de edificações.

O médico George Hamilton ao chão, atingido por uma janela de vidro que despencou do 8} andar, em 2016

No Porto Velho shopping isso também aconteceu algumas vezes, na primeira, em 2009, quando placas do forro desabaram, pouco mais de um ano depois da inauguração.

Uma fonte que entende bem do assunto lembra haver em Porto Velho muitos prédios particulares e públicos, com mais de 30 anos, sem que se tome conhecimento de que haja uma verificação constante das suas estruturas.

Fachada do shopping de Porto Velho, em cujo interior um ano depois de inaugurado placas de forro desabaram

Prédios como o antigo hospital da obra de construção da rodovia BR-364 (de 1960); o da Unir Centro, da década de 1950, o Palácio Presidente Vargas, do mesmo período, e o próprio CPA, estão na lista dos que podem estar precisando de uma inspeção.

 

A LEI

Mas isso já poderia pelo menos ter um alívio, porque desde maio de 2019 está em vigor uma lei, aprovada pela Câmara Municipal, instituindo “a exigência de inspeção prévia em edificações, destinadas a verificar as condições de estabilidade, segurança construtiva e manutenção”.

Trata-se da Lei Complementar 764, de 2019, que foi aprovada pela Câmara, mas que o prefeito Hildon Chaves não sancionou, retornando à Câmara onde o presidente do Legislativo, vereador Edvilson Negreiros, a promulgou.

O site está aguardando a prefeitura responder questionamentos a respeito.

www.expressaorondonia.com.br

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