Aos 83 anos, morre o pioneiro escritor portovelhense Cláudio Feitosa

PORTO VELHO – Faleceu na noite deste 2 de outubro, o escritor Cláudio Batista Feitosa, membro da Academia de Letras de Rondônia, onde ocupa a cadeira número 26, cujo patrono é o ex-governador e poeta Joaquim de Araújo Lima. Cláudio Batista Feitosa era amazonense natural de Porto Velho, nascido a 12 de agosto de 1933 e durante muito tempo atuou como Leiloeiro Público Oficial da Junta Comercial. Foi membro ativo do Lions Flube.

TRABALHOS

Foram de sua autoria o Hino do Município de Porto Velho (1983), homologado pela Câmara Municipal de Porto Velho; a Canção da Brigada Príncipe da Beira (17ªBrigada de Infantaria de Selva) com sede em Porto Velho (1982), homologada pela Portaria nº 63 de 14/09/1982 da Chefia/E.M.E.; as Canções da Base Aérea de Porto Velho (1986) e da Polícia Militar de Rondônia (1994), assim como o Brasão do Grande Oriente Estadual de Rondônia – GOER e a Medalha Identificadora de membro da Academia de Letras de Rondônia.

Dentre suas obras encontra-se o que ele considerava ser um “anedotário” de Porto Velho sob o título “O Bloco da Cobra” e o “O Bote da Boiuna, Primeiro e Último”, seguindo-se outras obras como “O Enterro do Balbino”, a coautoria dos livros Porto Velho Em Prosa E Verso e de Escritos De Rondônia e, ainda,  “Gente De Rondônia-Personagens Da Nossa História”.

Outros livros foram “Gente Da Gente”, e, ainda, o que seria sua última obra, o romance “Camarão Verde”, ambientado na garimpagem das selvas do Abunã, ganhou a medalha de ouro de uma entidade nacional em 2011. A comenda, que premiou o “Livro de Ouro de 2010” foi conferida pela Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias do Rio de Janeiro.

FAMÍLIA

Cláudio Batista Feitosa era casado com a guajaramirense Sílvia Carvajal Feitosa e tinha os seguintes filhos: Ricardo (Eng.Eletricista), Sérgio (Geólogo), Sílvio (Arquiteto) e Cláudia (Médica).

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