ENCONTRO DO PSB NO ÚLTIMO DOMINGO SUPEROU EXPECTATIVA COM DEZENAS DE FILIAÇÕES

filiacoesO PSB realizou, no último domingo, dia 30, um dia de confraternização e filiações e, de acordo com os organizadores, o resultado até superou as expectativas. “Tivemos dezenas de novas filiações e um número de participantes bastante expressivo. Durante o encontro, vários simpatizantes oficializaram sua entrada no partido ao assinar a ficha de filiação. Hoje já nos aproximamos de 700 filiados em Cacoal e queremos trabalhar para ultrapassar o número de mil filiados em um curto período de tempo. O que motiva as pessoas a entrar no partido é a postura dos dirigentes locais em buscar apenas pessoas que não estejam envolvidas em quaisquer atos de corrupção e que representem os vários segmentos de nossa sociedade”, afirma o presidente da Executiva Municipal, Jean de Jesus.

Outro que também manifestou sua satisfação foi o professor Dilson Monteiro, pessoa que sempre militou no socialismo, desde a sua juventude, e que é, em Cacoal, o nome mais conhecido do partido. “Estou feliz com o crescimento do PSB e fico feliz que novos nomes estejam vindo compor conosco, trazendo novos ideais e ajudando-nos a consolidar a ideia de um socialismo democrático, que defende a igualdade de oportunidades, mas que respeita e valoriza a individualidade, o debate solidário e a construção da unidade a partir da diversidade de opiniões. Sempre pregamos que aqui no PSB não existe coronel que manda, mas as decisões são sempre tomadas em grupo, onde respeita-se as vozes das minorias, mas respeita-se as decisões colegiadas”, opinou.

Para Daniel Paixão, outro defensor do chamado socialismo democrático, o que o fascina no partido é essa valorização do todo a partir das individualidades. “Muitas vezes a palavra socialismo é confundida com comunismo e isso assusta quem não conhece a diferença. A confusão decorre do fato de que o comunismo também é uma vertente do socialismo, mas com concepções autoritárias onde quem manda é o bureau partidário, e, principalmente, o líder que comanda o Estado, o qual, não poucas vezes, acaba se transformando em uma figura a quem se exige o culto à personalidade. No socialismo democrático, pregado pelo PSB, o Estado não pode controlar a vida dos cidadãos e nem um líder, de forma autocrática, manipular o destino das pessoas. Pelo contrário, em nossa visão, são os indivíduos, representando os diversos segmentos da sociedade, que devem debater um projeto de governo e de país onde a opinião e a ideia de cada um são importantes para a consolidação do todo. Não há como falar em socialismo democrático se não houver respeito à liberdade de expressão, liberdade de imprensa, liberdade de criação e, sobretudo, uma economia de mercado onde o controle do Estado deve ser restrito à fiscalização contra os abusos para que todos, dentro de sua liberdade, possam praticar os atos civis em sua plenitude”, concluiu.

Matéria: Daniel Paixão

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