MP intermedeia acordo e as aulas nas escolas recomeçam nesta quarta

MPA promotora de justiça Alba da Silva Lima intermediou uma reunião entre o Executivo e o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais (STPMOP) na manhã de terça-feira (30) e tratou sobre a greve dos servidores de apoio da educação municipal que durou 1 mês em Ouro Preto do Oeste.

Para cessar a greve, foi apresentada a proposta da concessão de um auxilio de forma indenizatória aos servidores públicos de apoio da educação no valor de R$ 200,00, repasse este que não acarretará em impacto no índice da folha salarial do Poder Executivo.

A entidade sindical enviou oficio a administração na parte da tarde informando que, em Assembleia, os servidores de apoio em educação deliberaram por aceitar a proposta e vão voltar ao trabalho no dia 1º, quarta-feira, pondo fim à greve.

Participaram da reunião a prefeita Joselita Araújo com a procuradora jurídica do Município, advogada Lucinei Ferreira de Castro, os vereadores Rosária Helena (PROS) e Miltinho do Bar (PRP) e a presidente do Sindicato Municipal (STPMOP) Marina Maria da Silva com o advogado da entidade Filipe Menezes da Silva.

Na Ata, a prefeita Joselita Araújo firmou compromisso de, caso os grevistas aceitarem o auxilio indenizatório, garantir o pagamento ainda na folha de pagamento do mês de julho.

Na reunião, a prefeitura se comprometeu em até 30 de setembro apresentar uma posição real do Município de possibilidade de aumento, no que tange as demandas elencadas pelo STPMOP.

Em relação aos dias parados, acordou-se que será elaborado um calendário de reposição dos dias parados em conjunto com a equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação (SEMECE), e que esta reposição não ensejará no pagamento adicional de qualquer natureza aos grevistas.

A vereadora Rosária Helena avaliou como positivo o acordo firmado entre o Executivo e o Sindicato, e destacou que houve sensatez de ambas as partes, tendo em vista o agravamento da situação em razão da longevidade da paralisação. “Esta situação estava causando mal estar, pois tinhamos numa ponta os manifestantes, e na outra os pais e os alunos prejudicados”, pontuou.

Fonte: Correio Central

COMPARTILHAR

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA