Mulher que sofreu acidente de motocicleta na BR-364 morre na UTI em RO

mulherA segurança Shirly de Souza dos Santos, de 35 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira (21) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgência e Emergência Regional (Heuro) de Cacoal (RO). Ela estava em uma motocicleta com um homem de 31 anos, quando sofreu um acidente na BR-364, em Vilhena (RO). O caso foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na segunda-feira (18).

Shirly foi atendida no Hospital Regional de Vilhena e encaminhada para o Heuro em estado grave. A cunhada dela, Marcia Ferreira de Souza, contou ao G1 que a vítima sofreu traumatismo craniano e outras fraturas pelo corpo.

A mulher trabalhava como segurança em festas noturnas e deixa dois filhos, de 10 e 14 anos. “Ela era uma pessoa muito querida. Tinha trabalhado dias seguidos e no domingo saiu para se divertir, mas não voltou mais”, lamenta Marcia.

A vítima está sendo transladada para Vilhena e o velório está previsto para começar às 14h desta quinta, na Capela Municipal Cristo Rei.

O acidente

Um homem de 31 anos estava com a Shirly na motocicleta e contou ao G1 na segunda-feira (18) que, antes do acidente, ambos estavam em uma festa. Segundo ele, era a mulher quem pilotava o veículo.

“Eu sempre andava com ela. Ela é muito minha amiga e é ela quem tem habilitação, pois eu não tenho. A última coisa que eu lembro é de um barulho forte e depois a moto descontrolou. Eu acho que o pneu da frente estourou”, diz.

Após caírem, a mulher foi levada por populares ao hospital do município. O homem foi socorrido depois por amigos, que vinham logo atrás. Ela sofreu ferimentos graves e ele, escoriações pelo corpo.

Conforme a PRF, a princípio, o homem contou aos policiais que era ele quem pilotava o veículo. Contudo, na delegacia, ele mudou a versão e alegou que era o passageiro.

No registro de ocorrência, o homem foi colocado como condutor do veículo. Ele fez o teste do bafômetro, que apontou 0,18 miligramas de álcool por litro (mg/l) de ar expelido pelos pulmões, o que não configura crime, mas ele deve sofrer penalidades administrativas.

O homem foi ouvido e liberado. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte: G1

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