Produtores de Alto Paraiso conhecem novas tecnologias sobre café clonal

cafeiculturaOs cafeicultores da região de Alto Paraíso, no Vale do Jamari, participarão sexta-feira (18) de um dia de campo para conhecer as novas tecnologias e métodos de produção e manejo de café clonal.

As atividades constam da programação do Seminário Café Tecnificado e serão desenvolvidas por extensionistas da Emater-RO, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, no período das 8 às 13 h, no ginásio de esporte Antônio Rigoto.

Os cafeicultores serão orientados por meio de palestras e demonstrações sobre as novas tecnologias desenvolvidas para o cultivo do grão, além de receber orientações referente ao acesso do produtor às linhas de crédito oferecidas pelo Basa e o Banco do Brasil.

Com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) as novas técnicas de produção de café clonal serão discutidas com os cafeicultores, incluídas as variedades brs ouro preto.

A partir das boas práticas de manejo da lavoura cafeeira e das orientações constantes no plano safra 2015/2016, os produtores individuais e as associações ficam credenciadas à assinatura de projeto de crédito rural.

De acordo com o gerente regional da Emater, Aluízio Gonçalves de Santiago , a iniciativa reflete a preocupação do governo em fomentar por meio de investimentos tecnológicos no campo o aumento da geração de emprego e renda.

Com o aumento da produção do café se a consequente redução da área plantada, produtores que haviam abandonado as áreas de cultivo de café estão retornado às atividades. O secretário estadual de Agricultura, Evandro Padovani, disse que o governador Confúcio Moura implantou o programa  de Revitalização da Cafeicultura em Rondônia, para aumentar a produtividade por hectare.

Rondônia é, atualmente, o quinto maior produtor de café do país e ocupa a segunda posição na produção do ranking na produção de café conilon. A produção média anual no Estado é de 1,4 de milhões de sacas de café e o governo prevê que a produção regional alcance 4 milhões de sacas até 2018.

Fonte:  Suelly David

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