segunda-feira, dezembro 6, 2021

Rosangela Donadon prova que Eduardo Japonês está mentindo

E cobra prestação de contas de meio milhão de reais que ele herdou de emenda da deputada para projeto da ex-prefeita Rosani

“O povo de Vilhena conhece o meu trabalho e sabe bem o que é que o prefeito está querendo na mídia”, com essa afirmação a deputada estadual Rosangela Donadon respondeu à mais recente aparição do prefeito Eduardo Japonês na mídia, em que ele se vitimiza e falseia informações sobre a destinação de emendas para o município. Na verdade, Japonês tem recusado e devolvido recursos de emendas, sob alegações estapafúrdias de que não estaria precisando delas.

“Quando me dispus a direcionar emenda para a compra de ambulâncias de UTI, a resposta foi de que não estava precisando e que já tinha ambulâncias demais, mas em seguida aceitou uma ambulância com emenda de outro deputado”, lembrou Rosangela.

Segundo a deputada, esse não foi incidente isolado: “ele já devolveu recursos para a compra de vaca mecânica, para a aquisição de equipamento de endoscopia, e agora vai à mídia mentir com a cara mais deslavada”.

Rosangela Donadon esclareceu, ainda, que destinou cerca de meio milhão de reais para a compra de medicamentos que foram utilizados na gestão de Japonês, mas adverte que isso só foi possível porque a ex-prefeita Rosani Donadon havia deixado tudo encaminhado, a partir de projeto tecnicamente elaborado.

“Ele não apresenta projetos e, o que é pior, não informa se foi aplicado o recurso que recebeu de emenda destinada por mim, atendendo a projeto apresentado pela ex-prefeita Rosani, ou se simplesmente devolveu o dinheiro, igual fez com a vaca mecânica”, observou a deputada.

Segundo Rosângela, na medida em que as eleições de aproximam Eduardo Japonês procura a mídia com maior frequência para fazer ataques, sem respeitar a dimensão do cargo para o qual foi eleito. “Sua principal ocupação hoje é nos acusar daquilo que ele na verdade é quem faz: desrespeitar os votos que recebeu, comportando-se de maneira imprópria, fazendo papel de cabo eleitoral e não de gestor público”.


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