Do reuso à busca por promoções: a corrida das famílias para fechar a conta do material escolar

Do reuso à busca por promoções: a corrida das famílias para fechar a conta do material escolar

Da Redação — A disparada nos custos educacionais impõe um planejamento rigoroso às famílias brasileiras neste início de ano letivo. Com as mensalidades das escolas particulares acumulando alta de 9,8% e os materiais escolares subindo entre 4% e 6%, a estratégia de muitos estudantes tem sido a reutilização de itens do ano anterior e a busca por descontos em plataformas digitais.

Para evitar abusos, o Procon orienta que os pais analisem criteriosamente as listas fornecidas pelas instituições. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, as escolas estão proibidas de exigir materiais de uso coletivo, como itens de limpeza ou de escritório. A indicação é clara: as listas devem conter estritamente objetos de uso individual do aluno. Caso haja qualquer pedido adicional, a instituição é obrigada a apresentar um plano de execução que justifique a finalidade pedagógica do item.

No varejo, as papelarias tentam atrair o consumidor com promoções sazonais e condições de pagamento diversificadas. No entanto, órgãos de defesa do consumidor reforçam que a economia real advém da pesquisa de preços e do reaproveitamento de materiais em bom estado. O objetivo é garantir que a preparação para o ensino médio ocorra de forma consciente, evitando compras desnecessárias que sobrecarreguem o orçamento familiar.

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