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  • Homem desaparece após salvar três crianças no rio Barão de Melgaço

    Da Redação – Um homem desapareceu neste domingo, 5, nas águas do rio Barão do Melgaço, na área rural do distrito do Guaporé, entre Vilhena e Pimenta Bueno, em Rondônia, após salvar três crianças que estavam se afogando.

    O desaparecido foi identificado como Paulo Eduardo da Rocha, morador de Cacoal e proprietário de uma marmoraria na cidade. Ele entrou no rio para resgatar a filha de 3 anos e dois sobrinhos, um menino de 12 anos e uma menina de idade não informada, que haviam sido arrastados pela correnteza.

    Segundo testemunhas, Paulo não sabia nadar, mas conseguiu garantir a segurança das crianças e de uma mulher que tentou ajudar no resgate. Exausto, acabou submergindo e não voltou à superfície.

    As buscas foram iniciadas por moradores e policiais militares do 3º Batalhão da PM e, em seguida, assumidas pelo Corpo de Bombeiros de Vilhena, que utilizou equipes terrestres e aquáticas. As operações foram encerradas por volta das 18h de domingo e retomadas na manhã desta segunda-feira, 6.

    Familiares e vizinhos acompanharam os trabalhos em clima de comoção. O filho mais velho de Paulo, Emanuel, de 19 anos, afirmou que o pai era “um homem de coração puro, trabalhador e amado por todos”.

    Paulo é pai de quatro filhos, dois biológicos e dois de criação. A comunidade local o descreve como um homem dedicado à família e ao trabalho.

    As buscas prosseguem nesta segunda-feira, com apoio de voluntários da região.

  • Prefeitura de Alta Floresta realiza Dia da Alegria com apoio de Cirone Deiró

    Prefeitura de Alta Floresta realiza Dia da Alegria com apoio de Cirone Deiró

    A festa foi realizada no último sábado, a partir das 16h, no Parque de Exposição de Alta Floresta.

    Parlamentar viabilizou recursos para realização do evento (Foto: Eli Batista)

    Os portões do Parque de Exposição de Alta Floresta foram abertos para a população,no sábado (4), a partir das 16h, para a realização do Dia da Alegria, em comemoração ao Dia da Criança. A festa foi realizada pela prefeitura, com o apoio do deputado estadual Cirone Deiró (União Brasil), vereadores, cooperativas de crédito, Associação Comercial e outras entidades. “Estamos unindo forças, numa grande ação, para oferecer um dia muito especial para as crianças de nosso município e seus familiares”, disse a primeira dama Phatricia Ellen Hermes, organizadora do evento.
    As crianças que participarem do Dia da Alegria vão poder se divertir nos brinquedos instalados no local, desfrutar de lanches, refrigerantes, algodão doce, pipoca e picolé. A festa contará também com diversas brincadeiras e apresentações. A Polícia Ambiental, uma das instituições que participa do evento, vai desenvolver uma atividade voltada ao descarte correto do lixo. Haverá também ações do Detran, do Grupo dos Desbravadores e do Canil da Polícia Militar de Cacoal.
    Segundo Phatricia, o apoio de Cirone Deiró foi fundamental para que o evento pudesse ser realizado. Ela afirmou que o parlamentar é parceiro da administração do prefeito Gio Damo e está sempre pronto para ajudar. “Explicamos que gostaríamos de oferecer uma grande festa para nossas crianças e o Cirone se dispôs a apoiar”, disse.
    O trabalho realizado pelo deputado, em favor de Alta Floresta, inclui a viabilização de recursos para a reforma do ginásio municipal, de escolas, aquisição de veículos, de implementos agrícolas, de equipamentos e materiais para as áreas da saúde e da educação e para a realização das festas de aniversário do município, além de outras ações. “Somos muito gratos ao deputado Cirone, porque sabemos que ele está sempre brigando pelo povo de Alta Floresta”, disse a primeira dama.

    Texto e foto: Eli Batista I Jornalista  

  • Prefeitura intensifica modernização da sinalização para garantir mais segurança no tráfego à população

    Mais de 250 serviços já foram executados para garantir orientação clara a motoristas e pedestres

    Trabalho tem como objetivo garantir mais segurança a motoristas e pedestres
    A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade (Semtran), está ampliando as ações de modernização do sistema viário, com a implantação, remoção e realocação de placas de sinalização em diversos pontos da cidade. O trabalho tem como objetivo garantir mais segurança a motoristas e pedestres, melhorar o fluxo de veículos e atender às normas técnicas de trânsito.

    Cada nova placa instalada, retirada ou reposicionada é definida a partir de estudos técnicos que avaliam o volume de tráfego, o índice de acidentes registrados e a necessidade de orientar os condutores de forma mais clara. Esse planejamento garante que a sinalização esteja adequada às condições das vias e às demandas de mobilidade urbana.
    Equipes realizam o trabalho de forma contínua
    De acordo com a Semtran, as equipes realizam o trabalho de forma contínua, sempre observando critérios de segurança viária. Além disso, as ações fazem parte de um processo de padronização da sinalização da cidade, em sintonia com os novos projetos de mobilidade.

    RESULTADOS

    No atual ciclo de serviços, os números demonstram a intensidade das ações executadas.
    * Implantação de novas placas: 204;
    * Remoção de placas danificadas ou sem função: 51;
    * Realocação de placas para pontos estratégicos: 6.
    Cada nova placa instalada, retirada ou reposicionada é definida a partir de estudos técnicos que avaliam o volume de tráfego
    Esses serviços são executados diretamente por equipes da Semtran, reforçando o compromisso da gestão municipal em investir em segurança e qualidade de vida para a população.

    A atualização da sinalização traz reflexos diretos para quem circula pela cidade. Motoristas passam a contar com orientações mais claras e padronizadas, o que facilita a tomada de decisões no trânsito e reduz riscos de acidentes. Pedestres também são beneficiados, especialmente com a revitalização de faixas de travessia em pontos de grande fluxo.

    A Prefeitura de Porto Velho reforça que a execução desses serviços é parte de um planejamento contínuo de engenharia de tráfego, voltado a atender as demandas atuais da cidade e preparar o sistema viário para os próximos anos. A divulgação dos números e critérios técnicos utilizados dá transparência ao trabalho realizado e mostra o compromisso da administração municipal com a melhoria da mobilidade urbana.

    Texto: Fabio Valderez
    Fotos: Semtran

    Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

  • Uma em cada seis crianças de até 6 anos foi vítima de racismo no país

    Uma em cada seis crianças de até 6 anos foi vítima de racismo no país

    Dados são da Pesquisa Panorama da Primeira Infância

    Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

    Rio de Janeiro

    © Joédson Alves/Agência Brasil

    Uma em cada seis crianças de até 6 anos de idade foi vítima de racismo no Brasil. As creches e pré-escolas são os locais onde ocorreu a maior parte desses crimes. Os dados são do Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, pesquisa nacional encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal – organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância -, divulgada nesta segunda-feira (6).

    A pesquisa ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis pelo cuidado de bebês e crianças de 0 a 6 anos. Os dados foram coletados em abril deste ano, por meio de entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional.

    Os dados coletados mostram que 16% dos responsáveis por crianças de até 6 anos afirmam que elas já sofreram discriminação racial. A discriminação é maior quando os responsáveis são também pessoas de pele preta ou parda. Entre elas, esse índice chega a 19%, enquanto entre crianças com responsáveis de pele branca a porcentagem é 10%.

    Separados por idade, 10% dos cuidadores de crianças de até 3 anos de idade afirmam que os bebês e crianças sofreram racismo e 21% daqueles com crianças de idade entre 4 e 6 anos relatam que elas foram vítimas desse crime.
    Onde ocorreram os casos
    A pesquisa revela ainda que creches e pré-escolas foram os ambientes mais citados como locais onde crianças já sofreram discriminação racial – 54% dos cuidadores afirmam que as crianças vivenciaram situações desse tipo em unidades de educação infantil, sendo 61% na pré-escola e 38% nas creches.

    Pouco menos da metade dos entrevistados, 42%, afirmam que o crime ocorreu em espaços públicos, como na rua, praça ou parquinho; cerca de 20% dizem que ocorreu no bairro, na comunidade, no condomínio ou vizinhança; e 16% contam que ocorreu na família. Espaços privados, como shopping, comércio e clube, aparecem entre os locais citados por 14% dos entrevistados, seguidos por serviços de saúde ou assistenciais (6%) e por igrejas, templos e espaços de culto (3%).

    Segundo a CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, a escola é o primeiro espaço de socialização da criança, é onde ela passa grande parte do tempo é que deveria ser de proteção.

    “É um espaço social que, pelas nossas peças legislativas, deveria ser um dever nosso, da sociedade, que a escola seja um espaço de proteção e de desenvolvimento. É muito crítico a gente combater o racismo desde o berço, desde uma mulher grávida, na verdade, para que ela não sofra racismo na gravidez. Agora, com o bebê, com uma criança pequena, é ainda mais contundente a necessidade de combate ao racismo estrutural, para que ele não aconteça nunca, mas sobretudo nessa fase da vida que é onde o maior pico de desenvolvimento está acontecendo”, diz.

    Quando perguntados sobre como percebem o racismo praticado contra bebês e crianças, a maior parte dos responsáveis entrevistados (63%) acredita que pessoas pretas e pardas são tratadas de forma diferente por causa da cor da pele, do tipo de cabelo e de outras características físicas. Outros 22% acreditam que, embora exista racismo, é raro que crianças na primeira infância, ou seja, com idade até 6 anos, sejam vítimas desse crime. Na outra ponta, 10% acreditam que a sociedade brasileira praticamente não é racista e 5% desconhecem o assunto.

    “O primeiro passo em qualquer grande desafio é a gente reconhecer que é uma sociedade racista e combater isso com veemência”, diz Mariana Luz. Segundo ela, as escolas devem ter protocolos para lidar com essas situações, que incluam a formalização das denúncias e a formação de todos os profissionais que atuam na instituição.

    “Para todo mundo saber o que fazer, cada escola, primeiro, tem que qualificar o corpo dos professores, dos diretores, dos supervisores, dos auxiliares, de toda essa rede que lida no dia a dia com as crianças. Também a gestão, desde a secretaria municipal de Educação, à estadual, até o Ministério da Educação. Precisa ser um conjunto grande de todo mundo atuando nessa mesma direção”, acrescenta.
    Impactos do racismo
    O estudo mostra que o racismo sofrido por bebês e crianças tem impacto no desenvolvimento delas. “O racismo é um dos fatores que compõem as chamadas experiências adversas na infância, vivências que expõem a criança ao estresse tóxico, que interferem em sua saúde física e socioemocional e no seu desenvolvimento integral”, afirma o texto.

    Segundo a pesquisa, creches e pré-escolas são os espaços de maior oportunidade de prevenção e proteção contra a discriminação. Para isso, é fundamental que a educação infantil conte com profissionais preparados e materiais adequados para a educação das relações étnico-raciais. 

    “É dever de toda a sociedade reconhecer e combater o racismo e promover uma educação antirracista desde cedo, como determina a Lei nº 10.639/2003, garantindo proteção às crianças na primeira infância contra qualquer forma de discriminação e violência”, diz o estudo.

    A Lei 10.639/2003 estabelece que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira sejam ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, ou seja, em todas as etapas de ensino, da educação infantil ao ensino médio. A lei, no entanto, não é cumprida. Uma pesquisa divulgada em 2023 mostra que sete em cada dez secretarias municipais de Educação não realizaram nenhuma ação ou poucas ações para implementação do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas.

    Mariana Luz complementa que os dados revelam a importância de uma educação antirracista desde a primeira infância, tanto para proteger as crianças negras e indígenas, quanto para educar as crianças brancas desde pequenas.

    “O fato de a primeira infância ser a maior fase de desenvolvimento, também precisa ser um momento inicial de combate ao racismo e de proteção dessas crianças, mas também de educação de crianças brancas e do corpo docente, de todo o corpo de professores, para que a gente consiga combater o racismo estrutural”.
    Racismo é crime
    De acordo com a Lei nº 7.716/1989, racismo é crime no Brasil. A lei regulamenta trecho da Constituição Federal que tornou o racismo inafiançável e imprescritível.

    A Lei nº 14.532, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2023, aumenta a pena para a injúria relacionada à raça, cor, etnia ou procedência nacional. Com a norma, quem proferir ofensas que desrespeitem alguém, seu decoro, sua honra, seus bens ou sua vida poderá ser punido com reclusão de 2 a 5 anos. A pena poderá ser dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas.

    As vítimas de racismo devem registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil. É importante tomar nota da situação, citar testemunhas que também possam identificar o agressor. Em caso de agressão física, a vítima precisa fazer exame de corpo de delito logo após a denúncia e não deve limpar os machucados, nem trocar de roupa – essas evidências podem servir como provas da agressão.

    Edição:
    Graça Adjuto

  • Virada e derrota rubro-negra levam Palmeiras à ponta do Brasileirão

    Virada e derrota rubro-negra levam Palmeiras à ponta do Brasileirão

    Verdão bate São Paulo e conta com "ajuda" do Bahia para virar líder

    Lincoln Chaves – Repórter da EBC

    São Paulo

    © Gilvan de Souza/Flamengo

    A fé do torcedor do Palmeiras foi colocada à prova neste domingo (5). Primeiro, ao buscar uma virada épica diante do São Paulo, no Morumbis, por 3 a 2, após ir para o intervalo perdendo por 2 a 0. Depois, pela necessidade de uma derrota do Flamengo para o Bahia, em um confronto no qual o Rubro-Negro levou a melhor nos últimos dez jogos. E o tropeço carioca veio: triunfo do Esquadrão de Aço por 1 a 0, em Salvador. No fim, tudo deu certo para o Verdão, que assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro.

    O Palmeiras iniciou a rodada com 52 pontos, três a menos que o Flamengo. Em caso de vitória no clássico, os alviverdes se igualariam ao Rubro-Negro e ficariam à frente pelo primeiro critério de desempate, que é o número de vitórias (17 a 16). Faltaria, porém, que o time carioca perdesse seu compromisso pela 27ª rodada. Qualquer outro resultado – triunfo ou empate – manteria a equipe do Rio de Janeiro na ponta.

    No Morumbis, os atacantes Luciano e Gonzalo Tápia balançaram as redes no primeiro tempo e poderiam ter garantido a primeira vitória do São Paulo sobre o Palmeiras como mandante pelo Brasileirão desde 2017. Tudo mudou na etapa final, marcada por muita contestação do Tricolor.

    Os donos da casa reclamaram de um pênalti do meia palmeirense Allan em cima de Tápia, aos seis minutos, que não foi assinalado pelo árbitro Ramon Abatti Abel. Quatro minutos depois, uma falta de Andreas Pereira sobre o meia Marcos Antônio, passível de expulsão, resultou em cartão amarelo para o volante alviverde, para desespero dos são-paulinos, que exigiam o vermelho direto.

    A maré virou de vez para o Palmeiras aos 24 minutos, quando Vitor Roque, de cabeça, diminuiu a vantagem. Aos 28, o também atacante Flaco Lopez recebeu na entrada da área e chutou cruzado, no canto do goleiro Rafael. Por fim, aos 43 minutos, o volante Aníbal Moreno lançou na área e o atacante Ramon Sosa decretou a virada.

    O Verdão foi a 55 pontos, assumindo o primeiro lugar de forma provisória. O São Paulo, estacionado nos 38 pontos, perdeu a chance de se aproximar do Mirassol, sexto colocado com 43 pontos e último time na zona de classificação para a Libertadores, o chamado G-6.
    Bahia derruba Flamengo
    As atenções da briga do título, então, voltaram-se para a Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. O primeiro tempo foi para o torcedor do Flamengo esquecer – e o do Palmeiras agradecer. Aos 12 minutos, o zagueiro Danilo ergueu demais o pé e acertou o rosto do atacante Tiago, sendo expulso.

    Pouco antes do intervalo, aos 44, o volante Jean Lucas dividiu com o zagueiro Cleiton, que substituiu o centroavante Pedro assim que o Rubro-Negro ficou com um a menos, e o atacante Willian José mandou para as redes da entrada da área, abrindo o placar para o Bahia.

    No segundo tempo, o Tricolor teve um gol do volante Michel Araújo anulado por impedimento, com auxílio do VAR. O Flamengo, porém, pouco teve o que comemorar. O atacante Wallace Yan, que entrou em campo aos 22 minutos no lugar do meia Giorgian de Arrascaeta, durou menos de 11 minutos na partida. Aos 31, ele levou amarelo por reclamação. No lance seguinte, acertou o braço no atacante Gilberto e foi expulso, deixando o Rubro-Negro com dois homens a menos.

    O time de Filipe Luís não encontrou forças para reagir e sofreu a terceira derrota no Brasileirão. Esta, em especial, custou a liderança. Já o Bahia foi aos mesmos 43 pontos do Botafogo, mas fica atrás, em quinto, por ter um saldo de gols inferior ao do Glorioso.
    Vasco e Fortaleza viram
    Em outra partida deste domingo, destaque ao triunfo dramático do Vasco sobre o Vitória, por 4 a 3, em São Januário, transmitida ao vivo pela Rádio Nacional. O Cruzmaltino saiu na frente com Nuno Moreira, mas levou a virada ainda no primeiro tempo com gols do também atacante Aitor Cantalapiedra e do zagueiro Lucas Halter.

    Na segunda etapa, o jovem atacante Rayan marcou duas vezes, uma delas de pênalti, e devolveu os cariocas à frente. O lateral Raúl Cáceres igualou quase na sequência. Nos acréscimos, o atacante GB, outra Cria da Colina, definiu o placar no Rio de Janeiro.

    Com 33 pontos, o Vasco abriu oito pontos para o próprio Vitória, primeiro time na zona de rebaixamento, que reúne os quatro clubes de pior campanha – o chamado Z-4. O Rubro-Negro sofreu a quarta derrota nas últimas cinco partidas pela competição.

    Quem também venceu foi o Fortaleza. Em confronto na parte de baixo da tabela, o Leão do Pici superou o Juventude por 2 a 1, de virada, no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). O atacante Rafael Bilu abriu para os gaúchos, mas o lateral Eros Mancuso (filho do ex-volante argentino Alejandro Mancuso, que atuou por Palmeiras e Flamengo na década de 1990) e o atacante Adam Bareiro garantiram o triunfo dos cearenses.

    Os dois times permanecem no Z-4. O Fortaleza foi a 24 pontos, na 18ª posição, ultrapassando o próprio Juventude, que segue com 23 pontos.

    Edição:
    Lílian Beraldo

  • Lula entrega 2.837 moradias do Minha Casa, Minha Vida nesta segunda

    Lula entrega 2.837 moradias do Minha Casa, Minha Vida nesta segunda

    Residencial em Imperatriz (MA) beneficiará mais de 11 mil pessoas

    Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

    Brasília

    © Ricardo Stuckert/PR

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrega, nesta segunda-feira (6), em Imperatriz (MA), 2.837 unidades do Minha Casa, Minha Vida. O Residencial Canto da Serra teve mais de R$ 358,6 milhões em investimentos do governo federal.

    Mais de 11 mil pessoas serão beneficiadas. Entre os contemplados, estão 1.619 famílias que integram o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), enquadradas na Faixa 1 do programa de habitação, que receberão as moradias totalmente subsidiadas.

    Em 2023, com a retomada do Minha Casa, Minha Vida pelo governo Lula, o Ministério das Cidades isentou os beneficiários desses programas sociais de pagarem as parcelas do financiamento, ou seja, recebem a casa própria de graça. A isenção é permanente: mesmo se deixarem o Bolsa Família ou o BPC, eles continuam livre das prestações.

    Os recursos para isso vêm do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS).

    A Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida é voltada para o público de baixa renda e com maiores percentuais de subsídio. A renda familiar bruta para enquadramento é de R$ 2.850 para os imóveis urbanos.

    Na Faixa 2 são atendidas famílias com renda entre R$ 2.850,01 a R$ 4,7 mil e na Faixa 3 as de renda entre R$ 4,7 mil a R$ 8,6 mil. O programa oferece ainda crédito habitacional para famílias com renda até R$ 12 mil, por meio do Minha Casa, Minha Vida Classe Média.

    Edição:
    Graça Adjuto

  • CNU 2025 tem 42,8% de abstenção; percentual é menor que o de 2024

    CNU 2025 tem 42,8% de abstenção; percentual é menor que o de 2024

    Mais de 435 mil candidatos compareceram à segunda edição do concurso

    Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

    Brasília

    © Frame Ministério da Gestão

    O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou, na noite deste domingo (5), que o percentual de abstenção da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) ficou em 42,8%.

    O estado que registrou maior índice de abstenção foi o Amazonas, com 51,2% de ausência. O Distrito Federal foi a unidade da federação com menor percentual de abstenção – 30,8%.

    No total, 761.545 se inscreveram, o que significa que mais de 435 mil candidatos compareceram à prova objetiva do certame.

    “O CPNU é muito mais do que um concurso. Ele já virou um projeto inovador que saiu do papel no atual mandato do presidente Lula", disse a ministra da Gestão, Esther Dweck, em coletiva de imprensa na noite deste domingo.

    "Ele é, de fato, uma política pública que está construindo o serviço público com a cara do Brasil. E ele já aumentou a diversidade no serviço público.”

    Na primeira edição do CNU, o índice de abstenção ficou acima dos 50%. Mais cedo, a ministra já havia informado que a expectativa era de queda nas abstenções na comparação com o CNU de 2024.

    Os dados são preliminares e o Ministério da Gestão divulgará nesta segunda-feira (6) os dados consolidados.
    Centro integrado

    Painel de monitoramento com representante de todos os estados e DF. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

    Mais cedo, durante a tarde deste domingo, enquanto os candidatos faziam as provas, a ministra Esther Dweck visitou o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), em Brasília, que monitora as atividades, em tempo real, relacionadas à segunda edição do CNU.

    Durante a visita, Dweck agradeceu aos agentes mobilizados: "Vocês estão monitorando tudo para que a prova ocorra sem nenhuma intercorrência. E, caso haja alguma coisa, sei que vocês vão estar muito atentos, para que possa rapidamente atuar.”
    Próximos passos
    De acordo com o edital do CNU, a prévia dos gabaritos das provas objetivas será divulgada nesta na segunda-feira (6). O caderno de provas também será divulgado amanhã.

    Os candidatos terão os dias 7 e 8 de outubro para entrar com eventuais recursos contra questões ou gabaritos.

    O cronograma oficial do certame prevê a divulgação das notas finais das provas objetivas e a convocação para a segunda fase do CNU 2025 no dia 12 de novembro.

    Nesta mesma data, haverá a convocação para avaliação de títulos e para os procedimentos de verificação da condição declarada no ato de inscrição (cotas raciais) e de caracterização da deficiência (PCD).

    A prova discursiva será aplicada em 7 de dezembro. Conforme o calendário, o resultado preliminar da discursiva sairá em 23 de janeiro.

    O cronograma do concurso se encerra em 16 de março de 2026, com o início das convocações dos aprovados para nomeação e, quando for o caso, para realizar o curso de formação.
    CNU 2025
    A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado ofereceu 3.652 vagas em 32 órgãos federais.

    Do total de vagas ofertadas, há 3.144 para o nível superior e 508 para o nível intermediário.

    Serão 2.480 vagas imediatas e 1.172 vagas para preenchimento no curto prazo após a homologação dos resultados​, prevê o MGI.

    Matéria ampliada às 20h37

     

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    Edição:
    Denise Griesinger

  • Atrações musicais no Mercado Cultural marcam o encerramento do aniversário de Porto Velho

     

    Cinco dias de programação cultural e eventos de lazer, esportivo e atividades infantis fizeram a diferença

    O último dia de festividade em celebração aos 111 anos de Porto Velho foi marcado por muitas atrações musicais, neste domingo (5), no Mercado Cultural, no Centro da cidade. Foram cinco dias consecutivos de uma programação recheada de muitas emoções.

     

    A última noite no Mercado Cultural reuniu centenas de pessoas ao som de muita música com a presença de artistas da cidade. Durante o encerramento oficial da festividade em alusão aos 111 anos de Porto Velho, o prefeito Léo Moraes destacou a importância de reunir os artistas locais e promover ainda mais a cultura da Capital. “Essa noite não poderia ser melhor, no lugar mais emblemático e simbólico para os agitadores culturais, para as pessoas que se manifestam artisticamente. Esse ambiente representa muito essa essência de ideias, esse caldeirão artístico que é a nossa cidade de Porto Velho”, declarou.

     
    A escola de Samba Asfaltão foi uma das atrações que agitou a última noite de festividade
    Na oportunidade, o prefeito agradeceu a participação de toda a população durante os dias de festividades e ao apoio de todos os servidores de diferentes pastas, que somaram para que todas as atividades pudessem acontecer de forma organizada e com sucesso. “Toda a população está de parabéns e que possa continuar cuidando de nossa cidade. Agradeço a todos os servidores que contribuíram com todo esse evento. Vamos festejar e celebrar Porto Velho. O meu muito obrigado”, finalizou.

     

    VALORIZAÇÃO CULTURAL

     

    A escola de Samba Asfaltão foi uma das atrações que agitou a última noite de festividade do aniversário da cidade. Para o presidente da escola, Danilo Cardoso, o evento marcante não poderia faltar na presença dos astros culturais da região. “Estamos muito felizes com esse convite de fazer parte dessa linda festa. E isso nos dá o senso de pertencimento, e acaba colocando a cidade de Porto Velho no mapa do Brasil”, declarou.

     

    O Bloco do Pirarucu do Madeira também marcou presença no palco e já deixou um “gostinho” do que vem por aí, para o carnaval de 2026. Para a vice-presidente do bloco, Luciana Oliveira, é uma honra fazer parte da agenda que ela considera de ouro.

    "Estou muito emocionada por nossa escola fazer parte de uma programação de aniversário nunca vista. É que o povo precisa, desse lazer, dessa cultura popular que educa, que protege a memória e a sua identidade. Por isso estamos muito felizes contando com a presença do nosso prefeito, de seu secretariado e dos foliões. Pensamento de ouro. Parabéns a todos que colaboraram com essa linda festa”, afirmou.

     

    Considerada como ícone cultural de Porto Velho, a Bailarina da Praça abrilhantou o encerramento da festa. Emocionada, ela conta que se considera muito querida pela população.

    “Foi uma festa linda, com pessoas queridas que souberam respeitar a programação. A população está de parabéns, pois é o povo em geral quem faz a festa e, claro, a prefeitura também está de parabéns pela iniciativa e por tudo que tem proporcionado”, disse.

     

    FOMENTO NO COMÉRCIO
    Luciana Oliveira disse estar emocionada pela escola fazer parte de uma programação de aniversário nunca vista
    A programação também foi favorável para os comerciantes ambulantes. Os dias festivos renderam boas movimentações e aquecimento nas vendas. Foi o que aconteceu com a comerciante ambulante, Janete Rocha. Ela conta que as vendas superaram as expectativas.

    “Agradeço a Prefeitura por nos proporcionar essa movimentação. O retorno financeiro foi positivo, pois vendi bastante. A gente como ambulante vive assim, dependendo desses eventos para agregar com a nossa renda que reflete direto em casa, no sustento da família”, declarou.

     

    OUTRAS ATRAÇÕES

    A programação também contou com outras atrações musicais como Banda Lance Novo, Dj Levilson, Gira Samba, banda Embalo 5, banda Estação do Forró, Forró dos 3, Tay Reis, Rejane Castro e Fran Diniz.

    Texto: Jaqueline Malta
    Fotos: Jaqueline Malta

    Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

  • Futsal movimenta o Ginásio Capitão Rui Luiz Teixeira nos Jogos Abertos de Cacoal

    Imagem meramente ilustrativa

    A emoção do futsal volta a tomar conta do Ginásio Capitão Rui Luiz Teixeira nesta segunda-feira, 6 de outubro, quando mais uma rodada da modalidade promete agitar o público que acompanha os 18º Jogos Abertos de Cacoal (JAC). O evento, organizado pela Autarquia Municipal de Esportes de Cacoal (AMEC), vem reunindo desde setembro centenas de atletas e torcedores em disputas acirradas que celebram o esporte e a integração comunitária.

    A programação da noite começa às 19h30 com o duelo entre Red Bull Bragantino e Vôlei Resenha. Em seguida, Fim de Jogo e Viveiro Progresso entram em quadra em uma partida cercada de expectativa e equilíbrio. Encerrando a rodada, o confronto entre Águia Dourada e Ortobom Cacoal promete encerrar a noite em grande estilo, com muita energia nas arquibancadas.

    Para o presidente da AMEC, Romeu Moreira, o futsal tem sido um dos grandes atrativos desta edição dos jogos. Segundo ele, a modalidade vem revelando talentos e fortalecendo a participação popular.

    “Os Jogos Abertos representam o espírito esportivo de Cacoal. Mais do que competir, é um momento de união e valorização dos nossos atletas”, destacou.

    O 18º JAC conta com 18 modalidades esportivas e reúne milhares de participantes em atividades que se estendem até o mês de novembro. Além do futsal, o público pode acompanhar disputas de basquete, vôlei, atletismo, entre outras modalidades que incentivam a prática esportiva, a saúde e o lazer.

    Quem quiser prestigiar as partidas pode comparecer ao Ginásio Capitão Rui Luiz Teixeira, com entrada gratuita. A expectativa é de casa cheia e mais uma noite de grandes jogos.

  • Futsal agita mais uma noite dos Jogos Abertos de Cacoal

    Imagem meramente ilustrativa

    O Ginásio Capitão Rui Luiz Teixeira será novamente palco de grandes emoções nesta segunda-feira, 6 de outubro, com mais uma rodada do futsal masculino pelos 18º Jogos Abertos de Cacoal (JAC). A competição, organizada pela Autarquia Municipal de Esportes de Cacoal (AMEC), segue movimentando atletas e torcedores em diversas modalidades desde setembro, consolidando-se como o maior evento esportivo do município.

    A partir das 19h30, o confronto entre Red Bull Bragantino e Vôlei Resenha abre a programação da noite. Na sequência, a equipe Fim de Jogo entra em quadra para enfrentar o Viveiro Progresso, em uma partida que promete muito equilíbrio e rivalidade. Encerrando a rodada, o time Águia Dourada encara o Ortobom Cacoal, completando uma noite repleta de disputas intensas e muita vibração nas arquibancadas.

    De acordo com o presidente da AMEC, Romeu Moreira, o futsal tem se destacado entre as 18 modalidades em disputa, atraindo grande público e revelando novos talentos do esporte local.

    “Os Jogos Abertos são um marco para o esporte de Cacoal. Mais do que competição, é um espaço de integração e valorização dos nossos atletas”, destacou a coordenação.

    O 18º JAC reúne milhares de atletas em 18 modalidades esportivas, com jogos que seguem até novembro. Além do futsal, as competições envolvem basquete, vôlei, atletismo, natação e diversas outras práticas, promovendo inclusão, saúde e espírito esportivo entre os participantes.

    Os interessados em acompanhar os jogos podem comparecer ao Ginásio Capitão Rui Luiz Teixeira, com entrada gratuita.