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  • Eleição da Câmara de Cacoal é anulada e pedido de impugnação de Valdomiro Corá deverá ser julgado pelo plenário

    A Justiça aceitou o Mandado de Segurança impetrado pelos vereadores Rosivan Almeida e Paulo Roberto Bezerra contra ato do Presidente da Câmara Municipal de Cacoal que colocou em votação a eleição da Câmara Municipal de Cacoal, no último dia 19 de dezembro, sem respeitar a um pedido de impugnação da chapa do vereador Valdomiro Corá.
    Nessa eleição, que contou com a presença de apenas seis vereadores, pois os demais se retiraram, o presidente João Paulo Picheck declarou eleito o vereador Valdomiro Corá, com seis votos a favor, ignorando os outros seis vereadores que se retiraram em protesto pelo desrespeito a uma decisão da Mesa Diretora, que acatou o recurso e remetia ao plenário decidir o pedido.
    Os vereadores sustentaram que houve ilegalidade do ato com base nas normas regimentais, o que implicaria violação ao devido processo legislativo no que toca à eleição da Mesa e autorizaria o controle jurisdicional.
    O recurso buscou o provimento judicial para a anulação do ato impugnado e da eleição realizada.
    De acordo com o impetrado sustenta tese diametralmente oposta, defendendo que não há previsão normativa para a referida impugnação, de modo que a competência para rejeitá-la seria privativa do Presidente da CMC.
    Segundo o Regimento Interno da CMC, instrumento normativo no qual essa categorização deve ser buscada, toda matéria sujeita à deliberação do Plenário, qualquer que seja o seu objeto, é uma “proposição” (art. 89), sendo espécies de proposição os “requerimentos” e as “representações” (art. 90, X e XI).
    À luz do mesmo regimento, “requerimento” é todo pedido feito sobre assunto do expediente ou da ordem do dia, ou de interesse pessoal do vereador (art. 103). Por sua vez, “representação” é a exposição escrita e circunstanciada visando a destituição de membro de Comissão Permanente ou a destituição de membro da Mesa (art. 104).
    Diante de tais preceitos regimentais, conclui-se que o ato de impugnação apresentado pelos impetrantes enquadra-se como modalidade de “proposição” do tipo “representação”, pois assim são tratadas regimentalmente as questões envolvendo o exercício, ou possibilidade de tal, de mandato de membros de Comissão Permanente e da Mesa, sendo certo, ademais, que compete ao Plenário, privativamente, eleger sua Mesa e destituí-la na forma regimental (art. 36, XVII, “a”, do RI da CMC).
    Nesses termos, compreendendo-se como inexorável a possibilidade de impugnação de candidatura à Mesa, a despeito de previsão normativa expressa, mas por força da exigência de coerência e consistência da ordem jurídica, e sabendo-se que tal ato é da espécie “representação”, cabe identificar o órgão responsável pelo exercício de tal controle, isto é, com competência para solucionar imbróglios acerca de eventual candidatura à Mesa Diretora.
    O MP esclarece ainda que qualquer que seja a ótica, portanto, a palavra final sobre o assunto é do Plenário, até porque, no caso, houve recurso da decisão monocrática de rejeição do Presidente.
    Aduz ainda que a violação do procedimento de eleição da Mesa configura afronta ao devido processo legislativo, de modo que não tem natureza “interna corporis”. Com efeito, o procedimento de eleição da Mesa não está sujeito à discricionariedade administrativa, nem submetido à subjetividade do Presidente da Casa Legislativa municipal, antes compõe o quadro de matérias submetidas ao controle de legalidade/constitucionalidade, sendo os atos praticados vinculados e sujeitos ao “judicial review”.
    Destaca-se, por oportuno, que o Ministério Público, em judicioso parecer acostado no ID. 85906217, mesmo partindo de premissa normativa diversa (art. 23, XII, do Regimento Interno da CMC), exarou manifestação em que descortina a questão jurídica no sentido de que a impugnação dos impetrantes se qualifica como proposição e deve ser apreciada pela Mesa da Câmara, tomando posição pela concessão da segurança.
    A sentença foi assinada pelo juiz Elson Pereira de Oliveira Bastos da 3ª Vara Civel

    Confira a decisão abaixo

    redação tribuna popular ]]>

  • Canais digitais da Energisa receberam mais de 7 milhões de contatos em 2022

    Durante 2022, mais de sete milhões de contatos foram feitos nos canais digitais de atendimento da Energisa em Rondônia. Os principais serviços acessados foram a emissão de segunda via de fatura, a transferência de titularidade e a negociação de débitos.
    O coordenador de atendimento da empresa, Wannuty de Almeida, conta que a preferência pelos canais digitais é devido à facilidade e à diversidade de serviços disponíveis. “É muito fácil usar os canais e eles estão disponíveis 24 horas, na palma da mão. Isso facilita muito o dia a dia dos nossos clientes”, afirma.
    A empresa utiliza inteligência artificial para entender e aprimorar a experiência do cliente. Atualmente, são três canais digitais disponíveis: Aplicativo Energisa On (disponível gratuitamente para IOS e Android), atendente virtual pelo WhatsApp (www.gisa.energisa.com.br) e Agência Digital (www.energisa.com.br).

    Conheça os serviços disponíveis:
    • Emissão de segunda via
    • Religação de energia
    • Autoleitura
    • Mudança de titularidade
    • Parcelamento de débitos
    • Ligação nova de energia
    • Informação de falta de energia
    • Histórico de consumo
    • Atualização de dados cadastrais
    • Acompanhamento de solicitação
    • Denúncia de fraude de energia
    • Dicas de economia de energia
    • Abertura de conta digital Voltz ]]>

  • Instituto de DNA criminal de Rondônia ajuda na localização de pessoas desaparecidas

    O Instituto DNA Criminal é um laboratório certificado internacionalmente, reconhecimento de competência técnica com resultados precisos e confiáveis, que atende as demandas oriundas de todo território geográfico de Rondônia
    Texto: Richard Neves Fotos: Frank Néry Secom – Governo de Rondônia

    Materiais para a coleta de exames de DNA são embalados para que os exames sejam feitos de forma minuciosa

    As atividades operacionais da Superintendência de Polícia Técnico-Científica de Rondônia – Politec, visando a produção da prova material, tem sido referência na atuação e auxílio na elucidação de crimes em todo o Estado. Isso tem acontecido com o apoio do Instituto de DNA Criminal, que além de atuar na área criminal, executa ações voltadas para solucionar casos de desaparecimento de pessoas, visando amenizar a angústia de famílias que tem ausência de ente no seu meio.

    O Instituto DNA Criminal é um laboratório certificado internacionalmente, sendo um reconhecimento de competência técnica com resultados precisos e confiáveis, que atende as demandas oriundas de todo território geográfico de Rondônia. Sendo destaque nacional, alcançando a primeira posição no pódio da produtividade, pela desenvoltura no critério de número de inserções em valores relativos no Banco de Perfis Genéticos na categoria de vestígios.

    Politec de Rondônia tem reconhecimento nacional e internacional pela produtividade de demandas desenvolvidas em todo o Estado

    Para isso, é colhido o material biológico dos familiares e feita comparação por meio do Banco Nacional de Perfis Genéticos e, neste caso, o perfil genético do familiar é incluído primeiramente no Banco Estadual e depois migrado para o Banco Nacional. Assim, é feita uma busca para se conseguir um vínculo genético entre os perfis genéticos cadastrados seja de restos mortais não identificados ou de pessoas vivas de identidade desconhecida.

    O Diretor-Geral da Polícia Técnico-Científica, Domingos Sávio, salienta que “é preciso integrar a sociedade para dentro do contexto do serviço público para entender como funciona a rotina de trabalho, e enfocar que atendemos de acordo com o que está sendo necessitado, dando uma resposta digna”.

    O Governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que a Polícia Técnico-Científica “realiza um importante trabalho na resolução de crimes em todo o Estado e para isso, foram feitos vários investimentos em capacitação de pessoal, com especializações e mestrados, equipamentos com tecnologias de ponta, além do processo seletivo para incorporar profissionais, para somar nas forças de trabalho da superintendência”.

    INVESTIGAÇÃO

    Perito Criminal da Politec mostra as etapas da realização dos exames de DNA no Instituto Criminal

    Para dar mais agilidade ao processo de busca por desaparecidos, a Polícia Técnico-Científica aderiu à Campanha Nacional de Coleta de DNA de familiares e pessoas desaparecidas desde maio de 2021. O projeto é de iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública – MJSP, do Governo Federal.

    O perito criminal e administrador do Banco Estadual de Perfis Genéticos do Estado de Rondônia, Adayrton Fortunato de Figueiredo, ressalta que são dois tipos de serviços para identificação de pessoas desaparecidas. “Os restos mortais não identificados, que na maioria são provenientes de casos criminais e as pessoas vivas com identidade desconhecida, que estão em hospitais, clínicas, abrigos e situação de rua. Existe um levantamento que data a existência de 80 mil pessoas desaparecidas no país, e são várias as possibilidades de descoberta do DNA de uma pessoa”.

    Domingos Sávio lembra que desde o início do programa no Estado de Rondônia, existiam mais de duas mil comunicações de desaparecimentos. “Essas situações eram repassadas para a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania – Sesdec, que atuou junto as equipes para dar solução aos casos e encontrar essas pessoas”.

    DESAPARECIDOS

    Adayrton Fortunato explicou que existem três formas de identificar as pessoas desaparecidas, sendo uma delas os “casos fechados”. “Quando se tem a amostra do resto mortal não identificado ou a amostra biológica de uma pessoa viva com identidade desconhecida, essas amostras vão ser confrontadas com referências diretas dos desaparecidos, como escova de dente ou roupa intima e amostras referências de familiares para formar um vínculo genético”, sem a necessidade do uso de bancos de perfis genéticos.

    Outra forma destacada pelo perito criminal é “quando essas mesmas amostras sejam de restos mortais não identificados ou de pessoa de identidade desconhecidas são diretamente comparadas com referências diretas como escovas, lâminas de barbear, roupas íntimas ou estabelecendo vínculo genético com familiares, utilizando-se o Banco de Perfis Genéticos do Estado, e a última forma seria utilizando-se o Banco Nacional de Perfis Genéticos – BNPG, que reúne os Estados da Federação.

    Para a inclusão dos perfis genéticos no BNPG, são realizadas as coletas de amostras biológicas de familiares de pessoas desaparecidas, para posterior confronto com as amostras tanto de pessoas vivas de identidade desconhecida, como dos corpos não identificados ou ossadas que deram entrada no Instituto Médico Legal – IML dos Estados.

    “Na prática, significa dizer que se um corpo for encontrado na Bahia e seus parentes passarem por coletas biológicas em Rondônia, por exemplo, o Banco Nacional de Perfis Genéticos vai apontar a confirmação do parentesco, caso exista o vínculo genético. Isso devido ao fato destes Bancos Estaduais estarem integrados ao Banco Nacional de Perfis Genéticos”, finaliza Adayrton Fortunato.

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  • Moraes determina envio de minuta encontrada na casa de Anderson Torres ao TSE

    AGORA: Moraes determina envio de minuta encontrada na casa de Anderson Torres ao TSE
    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) envie ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma cópia da minuta de um decreto encontrado na casa do ex-ministro Anderson Torres.

    A minuta previa a decretação de um estado de defesa no TSE, o que poderia abrir caminho para uma mudança no resultado das eleições presidenciais, nas quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva derrotou o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Na semana passada, o ministro Benedito Gonçalves, do TSE, incluiu a minuta em uma ação que investiga a campanha de Bolsonaro, e que pode tornar o ex-presidente inelegível. Na ocasião, Gonçalves solicitou que Moraes enviasse a ele uma cópia do documento, o que foi feito agora.

    Com informações de O Globo. ]]>

  • Brasil aceita indicação de Maduro para embaixador da Venezuela no país

    Terra Brasil Notícias

    O governo brasileiro aceitou a indicação de Manuel Vicente Vadell Aquino para o cargo de embaixador da Venezuela no país.

    O anúncio ocorreu durante reunião do Ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, com o Chanceler venezuelano, Yvan Gil, nesta segunda-feira (23), na Argentina.

    Manuel Vicente atuou no Brasil em 2015, como cônsul-geral venezuelano em São Paulo.

    Ainda nesta segunda, o presidente Lula (PT) tinha reunião prevista com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na Argentina, onde o petista cumpre agenda. O encontro, no entanto, foi cancelado pelo governo venezuelano.

    O Antagonista

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  • Alto Comando convoca reunião; “dossiês” contra novo comandante já circulam

    Alto Comando convoca reunião; “dossiês” contra novo comandante já circulam

    Terra Brasil Notícias

    A crise entre o Exército e o governo Lula não deve acabar tão cedo.

    Há pelo menos dois motivos que apontam para o seu prosseguimento.

    O primeiro é que a suspensão da nomeação do tenente-coronel Mauro Cid para chefiar o 1º Batalhão de Ações e Comandos em Goiânia— pedida pelo presidente Lula e rejeitada pelo agora ex-comandante do Exército, Júlio César de Arruda— não é o único ponto de atrito entre o governo e a Força em termos de gestão de pessoal.

    Dois outros nomes, cujas atuações nos episódios de 8 de janeiro estão sob análise, tendem a causar fricções de igual ou maior intensidade nessa relação “fraturada”, como descreveu ontem o ministro da Defesa, José Múcio: o do comandante do Batalhão de Guarda Presidencial (BGP), tenente-coronel Paulo Jorge Fernandes da Hora, e o do general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, chefe do Comando Militar do Planalto, um dos oito comandos militares de área do Brasil.

    O segundo motivo que tende a alimentar a crise é a forma como o nome do general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, que substituiu Arruda no comando do Exército, foi recebida na Força, em especial entre tenentes e capitães.

    Desde ontem, quando seu nome foi anunciado, passaram a circular nos grupos de WhatsApp de oficiais textos apócrifos citando supostas interferências do militar com vistas a favorecer a carreira de parentes no Exército. Recortes do discurso feito pelo general na quarta-feira em que ele, diante da tropa formada, defendeu o reconhecimento do resultado das urnas, também foram alvo de crítica da parte de oficiais bolsonaristas.

    A escolha do general Tomás não seguiu o critério de antiguidade que havia feito com que, no mês passado, Lula apontasse para o posto o general Arruda.

    Por essa régua, o nome do novo comandante do Exército deveria ser o do general Valério Stumpf. Como chefe do Estado Maior do Exército, Stumpf não tem o comando direto de tropas. Já Tomás era chefe do Comando Militar do Sudeste.

    Dos dois militares que podem se transformar em novos pivôs da crise entre o Exército e o governo, o primeiro, tenente-coronel Fernandes, chefia o batalhão responsável pela segurança do Palácio do Planalto, invadido e depredado no dia 8.

    O segundo, o general Dutra, como chefe do Comando Militar do Planalto, é o responsável oficial pelo envio dos tanques blindados Guarani que impediram o Batalhão de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal de esvaziar o acampamento de bolsonaristas radicais em Brasília na noite da invasão às sedes dos Três Poderes.

    O episódio do bloqueio dos tanques, presenciado pelo ministro da Justiça Flávio Dino na noite daquele domingo, foi um dos que mais irritou o presidente Lula, entre as ações e inações do Exército nos episódios de 8 de janeiro.

    A pressão do governo pela responsabilização dos dois militares e a resistência do Exército em puni-los deverá ser a próxima tarefa espinhosa a ser abraçada pelo ministro Múcio, que vem fazendo o papel de algodão entre cristais na crise entre o governo e a Força.

    No final da tarde da última sexta-feira, o ministro recebeu uma ligação do presidente Lula cobrando dele uma atitude diante da informação de que o tenente-coronel Cid, ex-principal ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, iria comandar uma tropa de pronto emprego num batalhão a 200 quilômetros de Brasília. A resistência do general Arruda em suspender a designação do coronel foi a gota d’água para a sua destituição do comando do Exército.

    O presidente Lula soube da nomeação do ex-homem de confiança de Bolsonaro por meio de reportagem do site Metrópoles divulgada na sexta de manhã. A reportagem apontava as suspeitas de que o militar pagava contas da família de Bolsonaro com dinheiro vivo — dinheiro que as investigações apuram se saíam ou não de saques de cartões corporativos.

    O batalhão que o tenente-coronel Cid comandaria é uma das pontas de lança do Comando de Operações Especiais, brigada de elite do Exército treinada para operações sensíveis e emergenciais.

    Os convites para a posse do coronel no comando do batalhão, marcada para o dia 9 de fevereiro, já haviam sido distribuídos. Agora, caberá ao general Tomás, como novo comandante do Exército, arcar com a revogação da sua designação. Tomás é amigo de longa data do pai de Cid, o general Mauro Cesar Lourena Cid.

    Amanhã, o Alto Comando do Exército, colegiado formado por 16 generais quatro estrelas, irá se reunir pela primeira vez sob a gestão do novo comandante. A reunião ocorrerá de forma presencial e é fruto de convocação extraordinária — como é extraordinária a situação em que se encontra a Força.

    UOL

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  • M&M’s tenta colocar personagem ‘lésbica’, mas recebe rejeição e cancela

    Em janeiro do ano passado, a empresa anunciou mascotes com “personalidades mais sutis para enfatizar a importância da autoexpressão e do poder da comunidade por meio de uma narrativa”.

    Já no início de 2023, a M&M’s lançou uma embalagem de edição limitada com as palavras “Apoiando Mulheres” e apresentando três porta-vozes femininos da marca: Marrom, Verde e o recém-lançado Roxo. Foi a primeira vez que a embalagem do chocolate apresentou apenas personagens que representam as mulheres.

    A campanha da marca de chocolates, no entanto, foi alvo de críticas. Entre eles, o jornalista e apresentador Tucker Carlson, que disse, entre outras afirmativas, que o personagem verde “agora é lésbico, talvez” e que “também há um M&M roxo obeso de tamanho grande”.

    O influenciador Nick Adams chegou a acusar a empresa de “sexismo”. Ele também afirmou que “a masculinidade está sob ataque como em nenhum outro momento na história mundial”.

    Terra Brasil Notícias
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  • PF aponta verdadeiro responsável pela morte de jornalista britânico e indigenista

    A Polícia Federal (PF) concluiu que Rubens Villar Coelho, conhecido como Colômbia, é o mandante das mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, assassinados no Vale do Javari (AM), no início de junho do ano passado. Em outubro, Pereira havia sido posto em liberdade provisória após pagar fiança de R$ 15 mil.

    Em dezembro, no entanto, ele foi novamente preso pela PF por ter violado as condições impostas para sua liberdade provisória. A informação foi repassada hoje (23) pelo superintendente da Polícia Federal no estado, Alexandre Fontes.

    Segundo a PF, ao longo da investigação foram identificados vários indícios da participação de Colômbia como mandante do crime. Fontes disse que o conjunto probatório, formado por diversos laudos periciais, permitiu à polícia apontar Colômbia como o mandante.

    “Temos provas que ele [Colômbia] fornecia as munições para o Jefferson e o Amarildo, as mesmas encontradas no caso. Ele pagou o advogado inicial de defesa do Amarildo”, disse o superintendente.

    Fontes disse ainda que um relatório foi encaminhado à Justiça com mais seis indiciamentos pelos crimes de duplo homicídio qualificado e ocultação dos cadáveres. Antes, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado; Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima por duplo homicídio qualificado por motivo fútil e ocultação de corpos.

    “Tínhamos anteriormente três nomes. Identificamos o irmão do Amarildo, ele forneceu a arma de fogo para o Amarildo. Ele vai responder por partícipe do homicídio”, disse Fontes.

    Entenda
    Registros apontam para desentendimentos anteriores entre o ex-servidor da Fundação Nacional do Índio (Funai) Bruno Pereira e Pelado, que é suspeito de envolvimento com a pesca ilegal na região. Segundo as investigações, Bruno e Dom foram emboscados e mortos depois que Bruno pediu a Dom que fotografasse o barco dos acusados, de forma a atestar a prática de pesca ilegal.

    Bruno foi morto com três tiros – um deles pelas costas. Já Dom foi assassinado apenas por estar junto com Bruno no momento do crime.

    Na última sexta-feira (20), as audiências de instrução e julgamento dos três acusados pelos assassinatos foram suspensas pelo juiz da Vara de Federal de Tabatinga, Fabiano Verli. Os depoimentos estavam previstos para ocorrer a partir desta segunda-feira e terminar na quarta-feira (25).

    Na decisão, Verli apontou a falta de salas disponíveis para receber os réus para os depoimentos e disse que houve “lamentável falta de comunicação entre nós, da Justiça Pública”.

    SBT ]]>

  • Previsão para inflação em 2023 já dispara

    Analistas de mercado projetam inflação de 5,48% para 2023, uma nova alta em relação à semana passada, quando a projeção era de 5,39%. É a sexta semana seguida em que o mercado projeta inflação maior para 2023. Há quatro semanas, o índice projetado era de 5,23%.

    Os números constam do Boletim Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 23, pelo Banco Central.

    O relatório também projeta crescimento econômico maior para 2023 em relação à semana passada, de 0,77% para 0,79%, mesmo índice projetado há quatro semanas.

    Revista Oeste ]]>

  • Morre em hospital de Cacoal trabalhador que se acidentou em ‘semeadeira’ na zona rural de Castanheiras

    Segundo informações apuradas pelo site, um trator fazia plantio de sementes na propriedade rural da vítima, Ronaldo Rosa Rodrigues, de 46 anos

    O operador do trator relatou à Polícia Militar que a vítima teria pedido a ele parar a semeadeira para regular a vasão de sementes e logo em seguida pediu para que religasse o aparelho, foi quando ocorreu o acidente.

    Ronaldo Rosa sofreu graves ferimentos ne região do braço direito e tórax.

    Ele foi socorrido às pressas e encaminhado para uma unidade hospitalar de Cacoal, onde desde o dia do acidente se encontrava internado, mas nesta madrugada de sexta-feira, acabou não resistindo à gravidade das lesões e entrou em óbito.

    As causas do acidente ainda podem ser apuradas pela Polícia Judiciária Civil. ]]>